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Ouvir, ler e dar a ler.

10.27.2007

Tenho sorte nas correntes

Como não vi indícios de bruxaria na corrente que me propôs Rui Bebiano, e que manda: que escolha o livro mais próximo, literalmente; que o abra na página 161; que procure e transcreva a 5ª frase completa; que tenha o cuidado de não escolher a melhor frase nem o melhor livro; e que o passe a outros cinco bloggers, informo que fechei os olhos, estendi o braço e calhou-me o Dictionnaire du français argotique et populaire (Larousse). A página 161 representa o corpo de uma mulher nua (le châssis) mas, como tem numeradas as partes desse châssis, números esses que remetem para a p. 160, achei-me no direito de escolher na p. 160 a 5ªa entrada, referente a uma parte central do châssis dessa mulher:
Barbu, cresson, gazon, laitue, motte.
Por curiosidade, transcrevo os sinónimos argóticos de outra parte da mulher, ainda mais central:
Abricot, baba, bénitier, berlingot, boîte à ouvrage, boîte aux letters, centre, chagatte, chatte, mille-feuile, figue, frifri, grippette, moniche, moule, pâquerette, panier.
Passo ao dono do um blog sobre kleist (porque francês é com ele) e ao Henrique (porque ele adora correntes), e a Sir Casanova.

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